Monday, July 9, 2007

OJS in Brazil: A report on Ibict's implementation and technology transfer of PKP's OJS, by Ramon Fonseca

Thursday, July 12, 2007
9:40 AM - 10:40 AM in SFUHC Earl and Jennie Lohn Floor Policy Room

Abstract

Esta primeira versão foi postada durante a apresentação. Uma versão revisada estará disponível até o fim da semana.

This is a draft posted during the section. By the end of the week, it will be posted a revised version, as well as an English version.


Foi apresentado o histórico dos 4 anos de parceria entre o IBICT, órgão governamental responsável pela divulgação de ciência e tecnologia no Brasil, e o PKP no sentido de utilização do OJS. Nos países em desenvolvimento, a pesquisa científica enfrenta uma série de problemas em função da carência de recursos, sendo o acesso ao conhecimento e sua divulgação dois dos mais cruciais. Ainda que tenhamos, no Catálogo Coletivo Nacional (CNN), 25.483 jornais científicos e tecnológicos, sendo 4748 brasileiros, e o catálogo do ISSN no Brasil conte com 9117 títulos, a dificuldade de circulação ainda é muito grande. Destes, 626 são avaliados como de nível A ou B em processo nacional realizado por pares e coordenado pela CAPES, agência governamental responsável pelo gerenciamento da Pós-graduação. Essa instituição disponibiliza também um portal de periódicos contando com periódicos de acesso livre e com bases de dados pagas, mas o acesso (especialmente das bases pagas) é limitado às Universidade (e não todas). Visando reduzir esses problemas, o IBICT iniciou a cooperação com o PKP de modo a tentar facilitar o acesso ao conhecimento, ampliando a divulgação dos periódicos científicos e tecnológicos. Há 4 anos, o OJS foi apresentado pelo IBICT num encontro nacional de editores e iniciou-se a cooperação com a tradução do software e com a capacitação de usuários realizada pelo órgão. As dificuldades no processo foram muitas, especialmente em função da falta de experiência em gerenciamento da equipe responsável, da falta de recursos e de funcionários qualificados (os governos não conseguem pagar salários compatíveis com o mercado). As dificuldades envolveram a publicação dos números anteriores; inconsistências de dados; mal uso do sistema; controle do registro dos usuários deficiente; muitos registros errados. A partir do OJS 2.1.1, a parceria da equipe brasileira com o PKP e a maior experiência na gestão dos sistemas têm facilitado o trabalho. Um dos pontos importantes para a ampliação é a recomendação da CAPES, em 2005, para a utilização do OJS ou do Scielo. Durante todo o processo, foram treinadas 135 instituições, com 87 jornais usando OJS até o final do ano passado. Os dados de junho de 2007 mostram um aumento para 207 jornais. Para o futuro, está sendo planejada a criação de um website on-line e a migração dos periódicos para o OJS 2.2. São necessárias políticas para tornar o OJS um padrão. Os debates deixaram claro que há muitos problemas infra-estruturais, com computadores, rede e servidores, e de treinamento que dificultam a implantação em países em desenvolvimento.

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